Archive for Agosto, 2009

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Silas Correa Leite Entrevistado No Canal Universitário

Agosto 29, 2009

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Escritor Premiado é Entrevistado no Programa “Imprensa Em Debate”

Alguns dias após ser entrevistado pelo Antonio Abujamra, no Programa Provocações, da TV Cultura de São Paulo, cuja edição irá ao ar no próximo dia 11 de setembro às 22 horas, o escritor premiado em verso e prosa, Silas Correa Leite, jornalista comunitário, teórico da educação e conselheiro em Direitos Humanos (com especialização em Literatura e Arte na Comunicação pela USP), tachado pelo site Capitu de “O Neomaldito da Web” – publicado atualmente em quase 500 sites – foi agora entrevistado dia 28 de agosto passado, pelo Programa Imprensa em Debate, Canal Universitário de São Paulo. A gravação ocorreu nos estúdios do Curso de Jornalismo da Universidade São Judas Tadeu, na Mooca, zona leste de capital paulista, cuja temática foi Jornalismo Cultural. O programa do escritor de Itararé-SP ainda não tem data para ir ao ar. Silas, que já tinha sido entrevistado pela Márcia Peltier, no Jornal da Noite, Rede Bandeirantes de Televisão, pelo Metrópolis da TV Cultura de São Paulo, e pelo Programa Na Berlinda, Rede 21, tv a cabo, mais uma vez é chamado para opinar, falar de seu trabalho lítero-cultural, que ganha rumo, vulto e nome na chamada literatura brasileira contemporânea, principalmente depois do sucesso de seu livro de Contos CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, finalista do Prêmio Telecom, Portugal, e do e-book de sucesso, O RINOCERONTE DE CLARICE, que recentemente foi tese de doutorado pela UFAL, primeiro livro interativo da rede mundial de computadores.

 

(Da Redação)

Delmiro T. Latz – boalmanews

Delmirot@bol.com.br

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My Way, Poema de Silas Correa Leite

Agosto 21, 2009

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My Way

 

Um dia você acorda e olha pra trás

E diz: eu não era nada.

 E vê toda vida que fez do seu jeito

E pergunta: terá valido a pena?

 

Você acha que venceu na vida

Mas sabe: o que restou de você?

 Talvez muito pouco ou quase nada

Daquilo: uma criança pura.

 

Um dia você cai em si e teme

O resultado: o que fizeram de você

A luta a dor, as amarguras e

Seqüelas: terá sido uma vitória?

 

Dentro do seu coração os sonhos

E as escuridões: são os poemas

Que você escreve porque tem medo

De se matar: morrer depois de tudo?

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 Um dia você não quer olhar pra trás

E nem pra você: foge para a poesia.

(Na escrita há um tempo irreal

Uma ilhota íntima: você em você!)

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Silas Correa Leite

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Livro a Magia do Rádio de Valdir Comegno

Agosto 21, 2009

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A MAGIA DO RÁDIO 

Valdir Comegno

A Magia do Rádio, de Valdir Comegno, professor, historiador e estudioso de MPB,  em  formato 16,0 x 23,0 cm, em off-set, papel 75 g/m2, com 298 páginas de texto e ilustrações foi lançado  pela Meireles Editorial em  todo o Brasil na última semana do mês de junho de 2008. O livro  focaliza todos os fatos e personalidades marcantes da história do rádio no Brasil, de sua implantação nos anos  20 até a década de 60 quando da difusão da televisão. Á história em foco começa com a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada por Roquete Pinto e Henrique Morize, e que tinha por lema “trabalhar pela cultura dos que vivem em nossa terra.  Nos anos 30 já tínhamos vinte e uma emissoras. O governo, então, regulamentou o funcionamento deste novo meio de comunicação, através do Decreto-lei no. 21.111, caracterizando sua finalidade educativa e a serviço dos interesses nacionais. Através do rádio, consagraram-se popularmente, nesta época, os nomes de Vicente Celestino, Araci Cortes, Francisco Alves, Sylvio Caldas, Orlando Silva, Sônia Carvalho, entre outros. Na década de 40, César Ladeira levava à loucura os ouvintes da Rádio Mayrink Veiga,  ao anunciar o programa que comandava: A – e – i – o – uuuurrrcaaaa. Por sua vez, a Rádio Nacional recebia cerca de 30 mil cartas mensais de seus ouvintes. Através de programas de auditório, de radionovelas e de musicais, o rádio atingia o seu apogeu. Tornavam-se populares Carmen e Aurora Miranda, as irmãs Pagãs (Elvira e Resina), Almirante, Aracy de Almeida, Dick Farney, Odete Amaral e Renato Murce. E as revistas Carioca, Pranove, Vida Doméstica e O Cruzeiro aumentavam sua circulação com a biografia de cantores, locutores e radioatores em evidência. A década de 50 iniciou com o povo cantando Bota o Retrato do Velho, de Haroldo Lobo e Marino Pinto, uma sátira a Getúlio Vargas que retomava o poder. César de Alencar alegrava as tardes de sábado com seu famoso programa na Rádio Nacional onde Emilinha Borba era a “estrela maior”. Foram os anos dourados de Dalva de Oliveira que ”estourou” nas paradas de sucesso com “Que será”, “Tudo Acabado” e “Errei Sim”. Nora Ney também fazia sucesso no estilo “dor de cotovelo” que criou, cantando “Ninguém me Ama” e “Menino Grande”. Foi a época em que se destacaram estrelas como Linda e Dircinha Batista, Doris Monteiro, Angela Maria, Cauby Peixoto, Francisco Carlos e Ademilde Fonseca. A magia do rádio chegou ao fim nos anos 60, com a rígida censura imposta pelo Regime Militar, culminando com a intervenção na Rádio Nacional e com o fechamento da Rádio Mayrink Veiga. O livro “A Magia do Rádio” aguarda você, leitor sensível e nostálgico, relembrando os acontecimentos e nomes – com sua biografia básica -, relacionados à empolgante trajetória da radiodifusão no Brasil.

 

NOTAS SOBRE O AUTOR DO LIVRO “A MAGIA DO RADIO”

 

VALDIR  COMEGNO é natural de Bauru, São Paulo, onde concluiu o curso de magistério no Colégio Guedes de Azevedo, em 1958.


Ainda em Bauru, como crítico de cinema, assinou por mais de dois anos a coluna A Outra Cara de Hollywood, no jornal Correio da Noroeste.

Professor secundário, formou-se como Geógrafo na Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

Diplomou-se na Faculdade de Ciências e Letras Teresa Martin, na cidade de São Paulo, habilitando-se em Estudos Sociais, História, Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política.

Ministrou aulas em diversas escolas da capital paulista, aposentando-se na Escola Estadual Caetano de Campos, na Praça Roosevelt.

Autor teatral, foi vencedor do 1° Festival Estudantil de Teatro, Região de Vila Prudente, São Paulo, com a peça Planeta Terra: Ano 2274.

Estudioso e pesquisador de música brasileira, possui coleção de aproximadamente 15 mil registros fonográficos, com inúmeras raridades.

Como historiador, “A Magia do Rádio” é seu primeiro livro.

Valdir reside em São Paulo e seu e-mail é valdircomegno@hotmail.com

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Galeria Nobre Itararé

Agosto 20, 2009

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Galeria Nobre Especial

Editor Silas Corrêa Leite (Poetinha) Agosto, Ano 2009

Poema de Aniversário da Terra-Mãe “Você pode ter riquezas tangíveis, inimagináveis Baús de jóias e cofres de ouro Mas nunca será mais rico do que eu: Eu tive um pai que Lia Histórias de Itararé pra mim!” 01 Itararé vai fazer Aniversário Como uma bela dama Centenária A Banda Furiosa vai fazer Alvorada Vai ter desfile, baile de gala, forfé Vão eleger uma outra Miss Itararé A cidade vai ficar ainda mais emperiquitada 02 A Estância Boêmia de Itararé já fez cem anos Fará mais algunzinhos esse ano indagora Em agosto a minha santa terrinha se decora Como em agosto eu aniversario também E sendo minha aldeia o meu tesouro, vou além Pois o meu amor por Itararé é a minha metafísica 03 Itararé vai ter Sessão Solene com muito garbo No nobre legislativo do Palácio Vadico O Tiro de Guerra impoluto vai desfilar O Coral do Elcir Melo o Hino ao Itarareense vai cantar Toda nossa história nas páginas dos jornais vai brilhar Da gente bater no peito na contenteza de se orgulhar 04 Itararé vai ter espetáculos no aniversário Vai ter assim um alumbramento vário Vão bater palmas – vão fazer fuzarca Porque se o mundo um dia vier a acabar de novo Deus pega dessa Itararé todo o encantado povo E bota nos altos céus numa cósmica arca Para recomeçar a espécie humana em outro hangar 05 Quando a pitoresca e bucólica Itararé aniversaria A gente pinta e borda, nas alegranças faz folia Porque sendo a terra-mãe, a nossa aldeia, o nosso rincão Nosso espírito ali em berço tão esplêndido principia E as nossas sete palavras sagradas eternamente serão I-t-a-r-a-r-é De Alma, Honra, Glória e Coração!

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Poetinha Silas Corrêa Leite – Da Confraria Interestelar “Fanáticos Por Itararé” (Eram os Deuses Itarareenses?) Poema da Série “Sempre Haverá Itararé – Campo de Estrelas de Itararé” E-mail: poesilas@terra.com.br Autor do e-book (ficções) O RINOCERONTE DE CLAIRCE (contando causos e acontecências de Itararé) no site http://www.itarare.com.br

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JOIANDO, Poema de Silas Correa Leite

Agosto 12, 2009

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Foto de Silas Correa Leite

Fotografou: Nathália Halcsik Leite da Silva

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Eu trabalho onde a palavra

Começa a dançar e ouso

Onde o corpo líquido

Começa a fluir as insofrências

Onde o teatro é a vida

Cênicas as impertinências

E onde o som é luz e pouso

E no poetar não vejo dor

Esplendor ou gozo

Talvez, na minha poesia

Entre o êxtase e a cantagonia

Escrevo o meu joio precioso

 

 

Silas Correa Leite

E-mail: poesilas@terra.com.br

www.portas-lapsos.zip.net

 

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Letra de Rock: QUEM? – Silas Correa Leite

Agosto 12, 2009

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QUEM?

(Letra de Rock)

 Não há vagas para todos Não há leite e mel e brioches para todos Não há terras e diplomas e oxigênio para todos De que lado você está? Você pode estar ocupando uma vaga Você pode estar tomando o leite de um cidadão produtivo Você pode ter propriedades-roubos que não lhe cabem Você pode estar produzindo muito menos do que você deveria De que lado você quer ser? O seu lugar não é seu e está muito mal ocupado Você não vale o leite que consome Seu diploma não lhe deu a devida instrução Você é um obstáculo para o desenvolvimento Quem você pensa é? (Refrão) Você é o ilustre QUEM? Você é o inútil QUEM? Você é o analfabeto existencial POR QUÊ? Você nuca soube o que fazer de VOCÊ? (Bis) Abra os olhos e veja a medida do leite Abra o cérebro e deixe vazar o instintal Tome seu lugar na máquina e produza Faça por merecer a sua vida Ou você não sabe nunca o que fazer? Vaga, leite, mel, terra, diploma, emprego, totem, prazer ( ) Em que marionete você precisa se espelhar para viver? ( bis )

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Silas Correa Leite – Santa Itararé das Artes

 E-mail: poesilas@terra.com.br Blogue: http://www.portas-lapsos.zip.net

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DAVID BOWIE

Agosto 7, 2009

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Esta semana se arrastou tão devagar para mim Os dias não se movimentaram Talvez eu tome alguma coisa para me ajudar Espero que alguém tome depois de mim Eu acho que sempre há alguma mudança no tempo Agora eu sei que desta vez nós poderemos curtir juntos Se eu por acaso mencionei hoje a noite Isso seria loucura hoje a noite Fique – é o que eu quis dizer ou então fazer alguma coisa Mas o que eu nunca disse foi ficar agora Eu realmente quis dizer que agora é uma hora ruim Porque você nunca pode dizer quando alguém Quer algo que você também quer Você me desaponta, desaponta, mas isto me delicia Ser certo é algo tão vago quando isto trás alguém novo Agora de manhã eu saberei o que fazer Eu sei que já aconteceu com você Fique – é o que eu quis dizer ou então fazer alguma coisa Mas o que eu nunca disse foi ficar agora Eu realmente quis dizer que agora é uma hora ruim Porque você nunca pode dizer quando alguém Quer alguma coisa ou quer ficar É o que eu quis dizer ou então fazer alguma coisa Mas o que eu nunca disse foi ficar agora Eu realmente quis dizer que agora é uma hora ruim Porque você nunca pode dizer quando alguém Quer algo que você também quer

David Bowie – Stay

DAVID BOWIE