Archive for Agosto, 2012

h1

Cavalos Selvagens

Agosto 25, 2012

Anúncios
h1

Resenha Crítica livro de Poemas, DESVAIRADOS INUTENSILIOS

Agosto 13, 2012

Pequena Resenha Crítica

 

Livro “DESVAIRADOS INUTENSILIOS” do Cyber Poeta Silas Correa Leite

Todas essas criaturas a que chamas animadas,

como aquelas a que negas a vida, sem razão

melhor do que a de não as veres em ação – todas

essas criaturas têm, em grau maior ou menor,

capacidade para o prazer a dor; mas a soma geral

de suas sensações, é, precisamente, aquele total

de felicidade que pertence de direito ao ser divino,

quando concentrado em si mesmo. Edgar Allan Poe

 

“DESVAIRADOS INUTENSILIOS”, Editora Multifoco, Rio de Janeiro, é o novo livro de poemas de Silas Correa Leite, o Cyber Poeta tachado pelo site Capitu de “O Neomaldito da Web” (o autor está em mais de 800 links da net), que no programa “Provocações”, do Antonio Abujamra, da TV Cultura de São Paulo, exprimindo sua latente poética da tristeza, disse que “corta os pulsos com poemas”; também disse que se sente um “E.T.” entre nosotros, e que, “como a vida não lhe deu limões, fez limonadas de lágrimas”. Pois os poemas da safra desta nova obra, ““Desvairados Inutensílios””, tem todas essas lágrimas em contracorrentes, têm esses ácidos multiformes, essas sutilezas esplendentes, mais catarses, onirismos, surtos-circuitos, correntezas hilárias, delírios, irrazões, errações e ousadas experimentações, próprio do estilo do autor.

Humor ora discreto, ora rompante, quando não plangente, ou mesmo curto e grosso. Humor e brevidade, bem próprio desses nossos tempos de correria (e tantas infovias efêmeras) e amarguras. Galhofa, ironia, na linha de Oswald de Andrade (poeta da semana da arte moderna), com invencionices, desvarios, inutensílios, e, claro, dissonâncias de acordes breves. Tudo a ver. 

Minimalista? Neoconcreto aqui e ali. Há ainda o dizer no desdizer, ficando a vertente no implícito, o pulso no tácito, o dizer (fazer poético) obliquo, a palo seco. Haiquases, sim. Acordes dissonantes na linha do seu feitio, tipo “Silas e suas siladas”. Conflitos com filtros (olhos obtusos), briancanças verseiras, twitter-poemas até. O nada-que-é-tudo serpenteando versos ridentes, risadores. O clic e salta o verbo: insights, iras certeiras. Já pensou? Inventando o inexistente, o olho mágico é do poeta ou de sua cetra parideira de poemetos, feito uma metralhadora dialética? O Poeta Silas não oscila seu deleite derramado.

Tem seu espiral de haikais e tankas diferenciados. Alinhava suas tessituras – no “tear do silencial de ‘mins’ e h2outros” como muito bem diz ele – feito até, por que não, um antipoema que ainda é, assim e por isso mesmo, também, poesia pura. Ou, vá lá, impura como jojobas ácidas. Guloseimas ocres. Fios (fiações) literais vários, meio neozen, meio Pessoa, Drummond, Bandeira, Maiakovski, Bertold Brecht, Frederico Garcia Lorca, José Saramago, Robert Bob Dylan Zimermam. Será o impossível? Ai de ti Babilônia Bandeirantes. Ou a Neverland Santa Itararé das Artes, Cidade Poema, a terra-mãe do autor, que a canta em verso e prosa e baladas and blues. Poesias com in/fluências várias, meteoritos-maroteiros. Bulbos letrais.

Marotices literárias. Ler rir, curtir. Sentir. Bijuterias com alguma angústia-vívere, mais a solidão-albatroz, um certo medo-coisa, disparates, instante-trevas (luz). Bulbos-surtos-circutos portanto. Lacre e limo. Lume e húmus. Humor e técnica de aproximação com a lucidez-loucura. Chorumes e a tal da bendita (maldita) antilira. Niilismo. Pode uma coisa dessa? “Desvairados Inutensílios” é isso: pós-Porta-Lapsos (o último livro de poemas do autor), sendo um boêmico tabuleiro de mixórdias letrais mesmo, avessos de reversos, experimentações cítricas, quando não pan poesia.

Pensadilhos? Pensamentos trocadilhos, diz ele. Pensagens? Pensamentos mensagens, diz ele, com seus tantos neologismos do arco da velha. Melhor morrer de overdose de poesia do que de normalidades hipócritas? Antes sóbrio do que mal acompanhado, trocadilha o autor, muito bom nisso, textificando ócios do oficio de tentar ser um Ser. Não é fácil. Escrever poesia é extra/vazar o lume neutro de fugas, ilhas movediças, facas cegas em palavreiros. Poemas letras de rock. Poemas histórias em quadrinhos. Mas poemas bem contemporâneos.

A faca é cega mas ainda corta, diz a balada.

Os entrecortes epigramáticos – a faca nos dentes – nos entremeios (e entreveros) poéticos tem tudo a ver com o que cria o Cyber Poeta Silas Correa Leite, já elogiado por Moacyr Scliar, Álvaro Alves de Faria (que já o entrevistou duas vezes na Rádio Jovem Pan), Ignácio de Loyola Brandão, João Silvério Trevisan, Rodrigo de Souza Leão, Sergio Vaz, Antonio Miranda, Plínio Marcos, Marcelino Freire, Elio Gaspari, Pedro Maciel, Miltom Hatoum, Antonio Cabrita (Moçambique, África), e outros.

Ítalo Calvino disse “O homem contemporâneo é dividido, mutilado, incompleto, hostil a si mesmo: Marx o chama de alienado, Freud de reprimido; um estado de harmonia antigo foi perdido, aspiramos a uma nova totalidade” A poesia do Cyber Poeta Silas Correa Leite muito bem – e ainda filósofo-irônico – exprime (e agoniza?) isso. Tempos tenebrosos. Ser Humano é uma desnatureza que deu errado?

Poesilhas: pois é: lendo o poeta você vê (sente) uma espécie assim de ‘ilha de edição’ – prisioneiro de sua própria existencialização? – que é o seu contundente fazer poético de louco desvarrido; com seus poemas atirados como se em garrafas vazias pedindo socorro, resgate, rumo, âncora, casa, paz, lar. Feito um Homero sonhando uma Itararezinha que talvez só existe mesmo em sua cabeça, em sua imaginação.

Habemus o cyber poeta a ferro e fogo, cerveja e enxofre, mas, ainda assim e por isso mesmo, seu mosaico lustral no livro de poemas “DESVAIRADOS INUTENSILIOS”.  Salve-se quem puder. Periga LER

-0-

Antonio T. Gonçalves, São Paulo, 2012

Jornalista e Professor Universitário

 

h1

O Poeta de DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas

Agosto 13, 2012

O Poeta de DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas

Estudio Pinguim Santana, Itararé, Foto de Jorge Chueri

h1

Poeta Silas Correa Leite na TV Cultura de São Paulo

Agosto 13, 2012

h1

Cyber Poeta Silas Correa Leite, Bibliografia em Inglês

Agosto 13, 2012

SILAS CORREA LIETE, CYBER POET, ITARARÉ-CITY, SÃO PAULO, BRASIL


Educator, Journalist and Community Advisor on Human Rights, began writing at age 16 in the newspaper “O Guarani” Itararé-SP. He did Law and Geography, is Education Specialist (Mackenzie), with university extension in Literature in Communication (ECA). Author among others of “Port-lapses,” poems, All-Publishing Print (SP) and “Wheatfield With Crows,” Tales, Design Publishing (SC), the work finalist award Telecom, Portugal 2007, and “The Man Who Beer became “hilarious chronicles of a bohemian poet, book Prize winner Valdeck Almeida de Jesus, Bahia Salvador, 2009, Chalk Editorial, SP. Your e-book success “The Rhino Clarice”, eleven fictions, each with three finals, one happy, one of tragedy and a third end politically incorrect to be a pioneer, was featured in the media as the ESP, Jornal da Tarde Folha de SP, People’s Daily, Time Magazine, To Sir With Love Magazine, Kalunga Magazine, Web Magazine, My Journal (RJ). and also on the network television program “Metropolis” / TV Cultura; Network Band / Program “Cultural Moment”; 21 Network Program “In Berlinda” Program “Provocations”, TV Cultura / Abujamra Antonio. Because it is unique in its kind and the first book of interactive World Wide Web, was recommended as required reading in the article “Virtual Language” in the Master of “Science of Language” at the University of Southern SC. It doctoral thesis at the Federal University of Alagoas (“hypertextuality, The Book After the Book”). Academic text on the link: http://bdtd.ufal.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=197. Awarded the Paul Contests Leminski Tales, Tales of Ignatius Loyola Brandão, Lygia Fagundes Telles For Teacher Writer, Nobel Library Andrade (Poetry About SP), Literal Award Foundation (Petrobras), Piaget Institute Award (Lisbon, Portugal / Songbook Children and Youth; Award Links Club / Community Lusíada International, Winner of the First National Exhibition of stories of Fishermen (USP), Symmetry Fictions and Fantasy Award, Portugal (Microconto). consists of nearly 600 sites such as ESP, Noblat, Mail Brazil, Plant Letters, Daniel Pizza, Wikipedia, Press Centre, Rereading, Cronopios, Apprentice, Pedagogue Brazil, Journal of Poetry Gathering, Italy, Storm Magazine (Portugal), Y Actualidad Policy (Argentina), Poets of the World (Chile), and other , including in Africa. Published in over 100 anthologies, even abroad, as Multilingual Anthology of Contemporary Letteratura, Trento, Italy; Cristhmas Anthology, Ohio and Poetry Magazine Where / Foundation Bib. National (Year 2000). E- Email: poesilas@terra.com.br-Site: http://www.itarare.com.br / silas.htm – Blog: http://www.portas-lapsos.zip.net chosen one of the best of UOL in 2011. – Books DOOR-lapses WHEAT FIELD and POEMS WITH CROWS, Tales Winners, for sale on site http://WWW.livrariacultura.com.br

 

h1

Poeta Silas e Musa Rosangela, na casa em Itararé-SP

Agosto 13, 2012

Imagem Cyber Poeta Silas Correa Leite e Musa Rosangela Silva

h1

Sessenta Anos do Literato e Cyber Poeta Silas Correa Leite em 19.08.12

Agosto 13, 2012

Aniversário do Poetinha Silas Correa Leite – Sessenta Anos em 19.08.12

 

 

 

No dia 19 de Agosto de 2012, completa-se 60 anos da vinda do Poetinha Silas Correa Leite a este mundo, ao Planeta Itararé, aquele que mais cantou Itararé em verso e prosa, filho querido da Dona Eugênia de Oliveira Correa Leite e do Maestro Antenor Correa Leite,  hoje nome de rua em Itararé. Silas, guri de tudo, ajudando a familia, começou a trabalhar, de engraxate, vendedor de picolés do Bar do Dico, foi boia-fria, garçom do Bar do Calixtrato, e meio-oficial de Marceneiro na Marcenaria Estrela de Paulo Jurandir Leite da Silva. Ainda na marcenaria, precoce escrevia e desenhava em pedaços de compensados e de madeiras. No bar do Calixtrato, escrevia poemas e colava nas estufas quentes de encapotados de frango. Começou a escrever para o Guarani em 1968, com 16 anos, junto com Pedro Ribeiro Pinto, Mario Padial Chaves, Delio Simões, Lucas Ferreira, Edson Melilo (já falecido), ao lado de Hermínio Lages (in memoriam), Marcos Chunda e outros. Com a mesma idade foi aprovado (segundo lugar) num concurso de locutores da Rádio Clube de Itararé (gestão Helio Porto a quem Silas admira e diz, “O Hélio tem um espírito de guerreiro, uma mente brilhante e um coração de ouro; me ajudou muito”), também, nos shows prata da casa, no Cine São José, entre paródias que criava, imitava ídolos da Jovem Guarda, como Roberto Carlos, Antonio Marcos, Jerry Adriane, Moacir Franco e Wanderlei Cardoso, ou mesmo Fiore Gigliote, Rivelino, Juca Chaves. Chegou a ser premiado num evento (Pedro Pinto fazia parte do júri), quando improvisou um texto sobre o Natal (noticias tristes do mundo com a Guerra do Vietnã) com o guitarrista Izzo Ferraz solando ao fundo “Noite de Paz..Noite de Amor…”. Foi um  sucesso. Foi muito aplaudido. De familia humilde, arrimo de familia desde cedo, migrou para São Paulo em 1970 com apenas a quarta-série de curso primário do G.E.T.T. Grupo Escolar Tomé Teixeira.  Passou fome, morou em pensões, trabalhou na empresa Rodoviário em Itararé de João Wiederin que o ajudou, voltou a estudar, sempre escrevendo. Fez Direito, ganhou ficha no DOPS, perdeu emprego, perdeu o pai, colocando sua saudade de Itararé, suas tristezas, em cadernos de rascunhos poéticos, que hoje beiram mil e já foram mostrados na entrevista que deu anos atrás ao Metrópolis da TV Cultura, quando lançou O Rinoceronte de Clarice, primeiro livro interativo da Rede Mundial de Computadores (onze contos, cada conto com três finais), que foi destaque na mídia em reportagens (Revista Época, JT, Estadão), entrevista (Diario Popular, Caderno de Informática)s, também no Programa da Noite (Márcia Peltier, TV Band), Provocações (Antonio Abujamra/TV Cultura) entre outros, e acabou virando tese de mestrado e depois de doutorado em semiótica na UFAL-Universidade Federal de Alagoas, por ser pioneiro, único no gênero, de vanguarda com uma inteiração virtual das infovias. Silas foi homenageado no Centenário de Itararé, quando fez a exposição “Imagens e Palavras” no Centro Cultural, seu bonito e ufanista Hino ao Itarareense foi oficializado, participou de antologias literárias importantes até internacionais, lançou outros livros como Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print e Campo de Trigo Com Corvos, Contos (a maioria premiados), finalista do Prêmio Telecom Portugal. Fez também Geografia, entres de outros cursos, inclusive é diplomado Conselheiro em Direitos Humanos. Ganhou vários prêmios de renome, o último na Bahia, que resultou no seu próximo livro, O Homem Que Virou Cerveja, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Giz Editorial, SP. Quantas pessoas o Silas homenageou na sua Galeria Nobre, publicando também na Tribuna de Itararé (nos áureos tempos do Jornalista João Contieri que adorava o Silas), e mesmo no jornal O Guarani onde Silas começou, tem amigos, fez escola e carreira. Esse apanhado histórico, do Silas Correa Leite “Leão do Centenário” como Jorge Chuéri, Walter Menk, Negrão, Tico e outros que ele admira e foram seus referenciais, é uma maneira de darmos parabéns ao Silas, porque está em quase 800 sites na Internet falando de uma Santa Itararé das Letras que ele adora tanto, deu entrevista ao Antonio Abujamra na TV Cultura de São Paulo, falou do seu ídolo e mestre, Jorge Chueri, e toda sua obra de Literato expressa seu imenso amor por Itararé, suas louvações a terra-mãe, demonstrando seu espírito altivo, humanista, seu alto astral de boêmio com resiliência e bom humor, ao lado de sua musa e companheira Rosangela Silva que ele diz que foi um anjo que Deus colocou em sua vida. Esperamos que o Silas viva  muitos anos, porque Itararé tem orgulho dele, ele, aluno da Professora Jocelina de Oliveira Stachoviach (“o primeiro anjo que Deus colocou em minha vida de guri pobre”, diz ele emocionado), certamente aprendeu as lições dos poetas: Viver é Lutar!. Site do Silas: www.itarare.com.br – E-mail: poesilas@terra.com.br – Blog premiado do UOL em 2008 e 2009: www.portas-lapsos.zip.net – Seus livros estão a venda nas bancas de jornais da cidade. Ele idealizou e coordenou junto com a escritora Maria Apparecida Coquemala a Primeira Antologia de Prosa de Itararé, que foi um sucesso. Deve lançar um novo romance em breve, e teve um novo livro de poemas aprovado por uma editora do Rio de Janeiro, e também teve seu romance CAVALOS SELVAGENS aprovado pela editora LetraSelvagem, a ser lançado o ano que vem. Outro site do Poetinha: WWW.itarare.com.br/silas.htm. Veja-o também no: www.artistasdeitarare.blogspot.com/